Meus sonhos

09/08/2009 - Leave a Response

Tenho sonhado que sou um acrobata, que sou bem leve e posso fazer varias acrobacias. Não mais voar batendo os braços nem mesmo fugindo se algo e não tendo forças pra vencer o vento…

Que será que significa?

Auto-educar

09/08/2009 - Leave a Response

Meu objetivo principal se tornou me regrar novamente e fazer com que eu termine tudo que começar…

Não sou uma pessoa relapsa, mas me tornei deposi de certas frustrações. Me tornei extremamente procrastinativo, pois meu foco se perde facilmente.

Realizar pequenas atividades e ter fim podem me ajudar a doutrinar minha mente e me regrar.

O que é ser pragmático

29/07/2009 - Leave a Response

Autor: Giovani Miguez
Fonte:  http://www.administradores.com.br/artigos/o_que_e_ser_pragmatico/10480/

É quando, em nome do bom senso, passamos a justificar nossos erros ou incompetência para a sociedade. MINHA VIDA NUNCA FOI FÁCIL. Mas houve uma época que eu achava que tudo era fácil. Era uma época mágica onde o idealismo falava até mais alto que o meu bom senso. Bom senso… Ah! Como é bom tê-lo. Pena que ele só venha com a experiência.

Na adolescência todos somos jogadores e, de modo geral, não temos essa virtude tão necessária ao sucesso. Pai da honestidade e da ética o bom senso é virtude necessárias aos indivíduos de bom caráter. Algo do tipo: “faça aos outros aquilo que gostaria que os outros vos fizessem”. Mas eu falava da vida. Vida esta que era fácil.

Mas fácil só na adolescência. Pois quando atingimos a maturidade inicia-se um doloroso processo de adaptação à realidade. O idealismo começa a entrar em contradição com o bom senso e as adversidades nos colocam em uma situação desconfortável, no qual o EU que sonha passa a se confrontar com o EU que quer.

Nesta fase – lá pelos seus 25 anos – a sociedade começa a lhe cobrar resultados e você desesperado por não tê-los passa a, em nome do bom senso, intitular-se pragmático. Sim, PRAG-MÁ-TI-CO.

Ser pragmático é, em miúdas palavras, ser prático ou seguir uma praxe estabelecida. Ou seja, o idealista “não tão idealista” é pragmático. Isso tudo é muito confuso não acham?

Vou ser prático (ou melhor pragmático) então: Você acaba de se formar em administração de empresas e é contratado para ser gerente do departamento de recursos humanos de uma autarquia pública, por exemplo. E, na primeira semana, cheio de gás e tensão você inicia um rigoroso planejamento visando maximizar a produtividade do seu departamento.

Legal, não acha? Pois é, seria legal se não fosse o time de veteranos concursados ou apadrinhados que não querem entrar no clima e começam a fazer corpo mole. Neste momento você se recorda da sua adolescência. Lembra o quanto tudo era tão fácil. Mas agora não é! E, a esta altura do campeonato e depois de muita luta e desgaste, lhe resta apenas ser prático e aderir à política de boa vizinhança com os “aspones”, ou melhor, seus novos amigos.

Mas e o idealismo? E os princípios da administração dos recursos humanos? E a produtividade? De que valeram seus dez longos semestres na faculdade? E toda aquela grana deixada no caminho? É… Agora você tem que ser prático, ou melhor, PRAG-MÁ-TI-CO para sobreviver naquele local.

Comodismo, omissão e pragmatismo andam sempre de mãos dadas. Nem sempre ser pragmático é ser desonesto ou antiético a não ser com você mesmo e com seus princípios. Mas ser pragmático é sempre um caminho mais rápido e menos desgastante de justificar nossa incompetência e nossos erros para a sociedade.

O que é ser pragmático?

É quando, em nome do bom senso, passamos a justificar nossos erros ou incompetência para a sociedade. MINHA VIDA NUNCA FOI FÁCIL. Mas houve uma época que eu achava que tudo era fácil. Era uma época mágica onde o idealismo falava até mais alto que o meu bom senso. Bom senso… Ah! Como é bom tê-lo. Pena que ele só venha com a experiência. Na adolescência todos somos jogadores e, de modo geral, não temos essa virtude tão necessária ao sucesso. Pai da honestidade e da ética o bom senso é virtude necessárias aos indivíduos de bom caráter. Algo do tipo: “faça aos outros aquilo que gostaria que os outros vos fizessem”. Mas eu falava da vida. Vida esta que era fácil. Mas fácil só na adolescência. Pois quando atingimos a maturidade inicia-se um doloroso processo de adaptação à realidade. O idealismo começa a entrar em contradição com o bom senso e as adversidades nos colocam em uma situação desconfortável, no qual o EU que sonha passa a se confrontar com o EU que quer. Nesta fase – lá pelos seus 25 anos – a sociedade começa a lhe cobrar resultados e você desesperado por não tê-los passa a, em nome do bom senso, intitular-se pragmático. Sim, PRAG-MÁ-TI-CO. Eu sei que você sabe o que quer dizer, mas vou esclarecer em nome dos que não sabem. Ser pragmático é, em miúdas palavras, ser prático ou seguir uma praxe estabelecida. Ou seja, o idealista “não tão idealista” é pragmático. Isso tudo é muito confuso não acham? Vou ser prático (ou melhor pragmático) então: Você acaba de se formar em administração de empresas e é contratado para ser gerente do departamento de recursos humanos de uma autarquia pública, por exemplo. E, na primeira semana, cheio de gás e tesão você inicia um rigoroso planejamento visando maximizar a produtividade do seu departamento. Legal, não acha? Pois é, seria legal se não fosse o time de veteranos concursados ou apadrinhados que não querem entrar no clima e começam a fazer corpo mole. Neste momento você se recorda da sua adolescência. Lembra o quanto tudo era tão fácil. Mas agora não é! E, a esta altura do campeonato e depois de muita luta e desgaste, lhe resta apenas ser prático e aderir à política de boa vizinhança com os “aspones”, ou melhor, seus novos amigos. Mas e o idealismo? E os princípios da administração dos recursos humanos? E a produtividade? De que valeram seus dez longos semestres na faculdade? E toda aquela grana deixada no caminho? É… Agora você tem que ser prático, ou melhor, PRAG-MÁ-TI-CO para sobreviver naquele local. Comodismo, omissão e pragmatismo andam sempre de mãos dadas. Nem sempre ser pragmático é ser desonesto ou antiético a não ser com você mesmo e com seus princípios. Mas ser pragmático é sempre um caminho mais rápido e menos desgastante de justificar nossa incompetência e nossos erros para a sociedade.

Intensidade

13/07/2009 - Leave a Response

Amor é um sentimento, pois é duradouro e adquirido com o tempo… Paixão é uma emoção forte geralmente temporária que se transforma em amor…

Ultimas manhãs tem sido dificeis para mim, tenho me sentido estranho…

Eu sei muito bem o que é, mas o fato é que acho que não deveria ser assim, deveria ser feliz e não triste…

Logo pela manhã recebo uma doze cavalar de saudade, que domina meu peito e me sufoca! e a tarde essa doze é dobrada!

Sinto uma falta gigantesca de uma certa pessoa… eu deveria me sentir feliz por tê-la, mas me sinto triste por estar longe dela…

Sou intenso demais nas coisas, sei que não faz bem, preciso mudar… Too much love will kill you!!!
Preciso focar em outras coisas mais importantes, trabalho, estudos…

De fato já não sei mais diferenciar paixão de amor! … te amo …

Sem escudos

07/07/2009 - Leave a Response

É, acho que foi inevitável…

…agora qualquer lança pode me atingir deixando um profundo ferimento.

Força homem!

Amor e cautela

07/07/2009 - Leave a Response

Melhores colheitas…

Plágio, inpiração ou Fato comum…Scissor Sisters x Depeche Mode?

17/06/2009 - Leave a Response

Scissor Sisters – I don’t fell like dancing o ritmo não lembra bastante Depeche Mode – Flexible…

Estava oubindo Depeche e me lebrou, será que o Scissor Sisters se inspirou na musica do DM?

Bom, todos fazem parte do nicho Bambi da galáxia,

então acho que é possível rsrs

12/06: Feliz dia da Independência Russa

12/06/2009 - Leave a Response

Vamos comemorar esse belo dia com nossos affairs, já que namorada tá dificil.

=D

Esperar é preciso

09/06/2009 - Leave a Response

Acredito nas possibilidades. Sim, acredito que qualquer coisa possa ser possível, mas tudo que pode ser racionalizado.

Pouca fé mas bastante esperança, é dificil entender essa lógica, mas quando falo em fé, falo de crença cega e de coração, e quando falo de esperança é o sonho de que as coisas boas realmente existam.

Contesto a existencia de Deus, mas existem momentos que ele seria uma explicação tão facil que dá vontade até que ele exista.

Sempre fui um cara que quiz amar alguém, mas cada vez foi se tornando mais difícil, no início eu era bobo, me apaixonava pela primeira que me desse alguma abertura. Fui apanhando, apanhando e aprendendo. Claro que eu também errei bastate, mas também dei bastante azar. Nunca reclamei da esperiencia, acho que qualquer coisa nessa vida é valido e nos faz crescer, só que as vezes sinto falta da ingenuidade de me apaixonar, sem me preocupar com o que pode acontecer…

Tornei-me extremamente seletivo para com quem baixo a guarda e me dei o direito de fantasiar uma pessoa que eu me interessaria, e agora voltando ao por que de existir a menção a Deus no meu post: Não me aparece alguém com as caracteristicas que eu fantasio…
Se existe alguma força superior ela adora me pregar peças.

Desejei uma menina alta, bailarinha (um história estranha, mas coicidentemente verdade), magra, bonita claro.
Mas estou falando de caracteristicas físicas, e claro isso só não basta, eu quero encontrar uma pessoa boa, compreensiva, decidida, mutante e um pouco ingenua em alguns sentidos (quero demais né).

Essa imagem eu obtive da pessoa que conheci. Engraçado, o universo conspira a nosso favor, tudo que você deseja se torna possivel ou simplesmente Deus brinca conosco.

De fato eu fiquei bobo, e acho que já estraguei tudo. Bom é cedo para afirmar qualquer coisa, de fato sou ansioso demais.

Queria escrever, sei que ninguém lê isso aqui a não ser ao acaso extremo, mas é bom botar pra fora =D

Esperança ainda…

Ao som de:

Madness Caught Another Victim

Evergrey

I’ve been searching for so long
For someone to lead the way
And I’ve been searching for someone
Someone to ease the pain
And I’ve been searching for someone
Anyone to help me cure my shame
Madness caught another victim
And the victim’s name is blame

What are my options?
When the road I’m walking ends
What are my options?
When all my ambitions fails

The words you now are reading
Are meant for your eyes only
I hoped for strength but now I’m leaving
Cause I fear my feelings
And to not do you justice
Is too much for me to bare
And as courage is my weakness
I choose the cowards path

What are my options?
When the road that I’m walking ends?
And what are my options?
When the last ship of hope have sailed
What are my options?
When the road that I’m walking ends
So what are my options?
When my words are all that remains

Ciume

09/06/2009 - Leave a Response

Uma relação bem definida do ser humano é a relação a dois, tanto que a partir do momento que um terceiro sujeito aparece na área, o instinto de defesa já aflora:  O ciúme.

É tudo para a proteção e perpetuação da espécie!
Sentir ciúmes é o reflexo do medo que temos em perder nossa segurança, perder o aconchego, o “porto seguro”.

Mas ele surge de diversas formas, depende da intensidade da relação, quando sentimento como paixão, se transforma basicamente em tristeza e/ou rejeição, quando amor, obviamente se transforma em raiva e descontrole, pois o indivíduo já acredita que o outro lhe deve algo.

Mestre Yoda: Relacionamento humano confuso bastante ser.

Acredita-se que existam pessoas que não sentem ciúmes, talvez existam, mas faz parte da psicologia social humana, algumas regiões do planeta  para se ter ciumes talvez o motivador tenha que ser maior do que simplesmente a ameaça de outra pessoa a subtituir na relação.  Acredito que sempre que esse sentimento ocorrer será bem próximo ao sentir de quando se dá adeus a uma pessoa muito querida e não sabe se esta irá voltar.

O importante é entender o por que e não lutar, irá passar.

Estamos na era em que os relacionamentos duradouros são raros e mesmo que alguns se proponham a isso, nem sempre tem perseverança em superar os problemas que na vida surgem, por essa razão devemos nos fortalecer.

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O texto acima não tem nenhum possível dado cientifico e sim, somente os pensamentos disfuncionais do autor ;]